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máquina de forrar botão

Porque ter uma máquina de forrar botão

Confira as vantagens de ter uma máquina de forrar botão

Visuais exclusivos e personalizados são apenas alguns dos benefícios oferecidos por uma máquina de forrar botão. O aparelho simples e de baixo investimento possibilita a produção de peças para uso pessoal e venda.
Com uma produção própria de botões, sua imaginação é o limite para a infinidade de produtos que podem ser confeccionados. Os botões personalizados podem ser comercializados como itens decorativos para casacos e bolsas, ou serem utilizados em peças próprias como centro de flores de tecido, detalhes em bonecas e outros itens de pano, ou até prendedores de cabelo.
A aquisição da máquina de forrar botão pode se tornar um investimento muito lucrativo, principalmente se combinado com criatividade na produção de belas peças.

Como funciona uma máquina de forrar botão

A máquina possui uma mecânica simples, sendo composta por uma matriz e uma alavanca que exerce pressão sob os botões.
Para confeccionar seus botões você precisa de uma matriz do tamanho desejado, a parte do botão a ser forrada, o fundo do botão e um retalho do tecido que será utilizado no forro.
Primeiro você deve escolher uma matriz adequada ao tamanho do botão a ser produzido (elas variam entre 10 e 40 mm). Em seguida você deve abrir a matriz, obtendo quatro peças. Na peça cilíndrica insira o fundo da matriz, seguido do retalho do tecido desejado para o forro.
Centralize o retalho de tecido sobre a matriz e insira a parte metálica do botão a ser forrado. Encaixe a peça em forma de ruela envolvendo o tecido e sobrepondo o botão. Em seguida coloque o fundo plástico do botão e feche com a tampa da matriz.
Agora é só pressionar a matriz utilizando a alavanca da máquina de forrar botão. Assim você consegue criar peças lindas e personalizadas para o que sua criatividade pedir!

Na Oeste você encontra a máquina de pregar e forrar botão perfeita para os seus projetos! Compre a sua aqui e bom trabalho!

carteira de tecido

Carteira de tecido: como fazer?

Uma carteira de tecido pode ser uma ótima companheira para o dia a dia – visto que ela pode se tornar um ‘porta absorvente’ para as mais discretas, um espaço para guardar cartões ou até mesmo um porta-dinheiro/moedas.

E você sabia que fazer uma carteira de tecido com as suas próprias mãos pode ser mais simples do que você imagina? Pois é! Confira a seguir um passo a passo de tudo o que você vai precisar para fazer uma.

Materiais necessários

Para fazer a carteira de tecido você vai precisar dos seguintes materiais:

Colchete de pressão;
– Dois tecidos (com estampas diferentes que combinem entre si);
Botão decorativo;
– Manta acrílica;
– Máquina de costura;
Agulhas, ferro de passar, alfinetes e linhas.

Os tecidos utilizados como padrão são nos tamanhos de 26×20 cm (cada), assim como a mantinha acrílica.

Esses materiais você encontra na Oeste Aviamentos. Dê uma passadinha lá na loja e compre!

Passo a passo para a confecção da carteira de tecido

Para preparar a carteira são sete passos:

1. Passe uma costura de 0,5 cm de largura reta por toda a margem, deixando apenas um pequeno espaço para a hora de desvirar o tecido;
2. Picote as quinas (para que o tecido fique retinho nas pontas);
3. Desvire a peça e você verá que seu aspecto já é muito parecido com uma carteira;
4. Feche o local por onde desviramos com um ponto invisível;
5. Passe o ferro de passar por cima, de modo que a carteira fique certinha e reta;
6. Passe novamente o ferro, porém, em uma dobra de 9,5 cm (já no formato da carteira);
7. Passe uma costura reta nos cantos (com margem estreita) e alfinete os lados;
8. Marque 4 cm em cada lado para costurar os colchetes;
9. Coloque um botãozinho decorativo no meio como acabamento … e pronto! Sua carteira de tecido está pronta!

Gostou dessa receita de carteira para tecido? Então compartilhe nas redes sociais e continue acompanhando o blog da Oeste 😀

viés de fita

Viés para acabamento: como aplicar?

Neste artigo, ensinaremos a você como aplicar o viés, um tipo de acabamento que segue as mais diferentes formas. Por isso ele fica lindo em tecidos que acompanham quinas ou curvas!

Confira a seguir o nosso passo a passo de como usar o viés. E, claro, dê uma passadinha na sessão de viés da Oeste para ver todos os nossos modelos. Você vai amar!

Passo 1:

Primeiro, escolha o viés com que você pretende trabalhar e em qual lugar do tecido ele será aplicado. A largura do viés pode ser escolhida a gosto do artesão. Não deixe de adicionar todas as medidas, independente da espessura do acabamento.

Passo 2:

Sabe aquela medida separada para a costura na etapa anterior? Pois então, vire o tecido do avesso e coloque o lado contrário do avesso virado para você. Desse modo, os dois lados ficarão corte com corte. Agora costure cerca de 1 centímetro.

Passo 3:

Nesta altura do processo o viés ainda não está fechado. Por isso, é necessário virar para que a face direita fique virada para você. O lado avesso do acabamento mais uma vez ficará também virado na sua direção.

Passo 4:

É o momento de dobrar aquele centímetro separado para a dobra. Em seguida, dobre mais 1 centímetro de novo para que costura seja embutida na sequência.

Passo 5:

Atenção aqui é fundamental porque você irá primeiro alfinetar e na sequência alinhavar, mas a dobra feita por último tem de estar em simetria com a outra dobra. Isso porque a costura precisa pegar as duas dobras juntas. Após alinhavar, confira se a medida do viés é igual em toda a extensão do tecido. Somente se estiver tudo certo, passe o ferro e siga para a última fase.

Passo 6:

Finalmente, termine o acabamento na máquina e costure o mais próximo da dobra que conseguir. Tenha calma e ajeite o tecido conforme o viés evolui. Pronto, o seu trabalho está concluído!

Continue acompanhando o blog da Oeste para aprender tudo sobre aviamentos, costura, artesanato e muito mais!

zíper invisível

Como costurar um zíper invisível!

O zíper invisível normalmente é usado em peças mais delicadas, para dar a elas um acabamento mais fino. Muitas pessoas encontram grande dificuldade na hora de costurá-los, mas aqui vão algumas dicas que a Oeste separou para você:

Como costurar um zíper invisível

– Para costurar o zíper invisível, utilize um dos pezinhos da máquina específicos para ele;

– Para costurá-lo em peças sem forro, feche totalmente o zíper e una sua extremidade à extremidade da roupa;

– Deixe cerca de dois centímetros de tecido sobrando, pois é o suficiente para pregar o zíper. Prenda-o à margem da costura com um alfinete para que não desalinhar durante a costura;

– Para que fique perfeito, mantenha as duas margens do tecido alinhadas ao zíper;

– Costure o zíper dando dois centímetros de espaço e o mais próximo possível de seus dentinhos para que fique perfeito;

– Tome cuidado para que não fique muito próximo, pois isso fará com que o zíper não corra livremente;

zíper invisível

– Caso a peça tenha forro, o excesso do zíper ficará embutido entre o forro e a roupa, deixando no forro o mesmo espaço de dois centímetros que fora deixado no tecido para que se prenda o zíper, juntando assim o forro com o avesso do tecido;

– Para essa costura você pode utilizar o pezinho de máquina para zíper comum, apenas tomando cuidado para que a agulha não bata nos dentinhos do zíper. A forma mais fácil de realizar essa costura é com o zíper fechado começando de cima para baixo, sempre mantendo os tecidos alinhados. Finalmente, a peça está pronta!

Compre zíperes invisíveis e muitos outros aviamentos na Oeste! Aqui você encontra o melhor para que o seu projeto fique lindo 😉

bordado

Bordado retrô/vintage

Sabe aquela tendência bem feminina, estilosa e retrô que apareceu em diversos desfiles pelo mundo? Sim, os bordados voltaram e estão com tudo no mundo da moda, tanto no estilo mais jovem e descolado quanto para as peças mais elegantes e sofisticadas.

O bordado virou uma febre e pode ser encontrado em diferentes peças de vestuário, desde calças jeans à suéteres, shorts, camisetas, etc. As principais influenciadoras da internet estão sendo inspiradas por essa tendência, como a blogueira e maquiadora Camila Coelho que bombou usando uma jaqueta bomber com bordado nas costas.

Como fazer bordado?

Você vai precisar de um molde para bordado (ou se você sabe desenhar, pode desenhar direto na roupa com uma caneta própria para desenho em tecido), tesoura, agulha (de bordado mexicano ou ponto russo), linha de algodão e a roupa em que pretende bordar. Aqui na Oeste você encontra todos esses itens para te auxiliar no processo!

Escolha um cantinho na peça em que você vai fazer e comece bordando por cor – é mais fácil e você não fica perdida. Se for uma flor, comece bordando as partes mais escuras.

Dica: há muitos vídeos no Youtube que ensinam a bordar, caso seja sua primeira vez. Mas não se acanhe! É fácil, simples e o resultado é gratificante.

O que fazer?

Aí vai da sua inspiração, mas os mais populares são bordados de flores coloridas, de animais e até mesmo de frases. Seja criativo, faça algo com a sua cara. Esse é o real objetivo do bordado – criar uma peça totalmente sua, que só você vai ter!

Onde fazer?

Com os materiais que citamos acima, pode-se fazer em calça jeans, camiseta, shorts e jaquetas. Mas não se atenha somente a essas peças! Use a criatividade e ouse nessa tendência linda e retrô.

Agora, passe lá na nossa loja e compre já tudo o que precisa para começar a bordar!

bordado inglês

Bordado Inglês

A história do bordado inglês

O bordado inglês é uma das formas de decorar tecidos mais antigas e mais conhecidas pela humanidade. O bordado em si é tão antigo que se suspeita que a arte tenha nascido junto com a criação da agulha, 20 mil anos atrás. Essa é a arte de enfeitar os tecidos com fios de diferentes texturas para delinear formatos e desenhos. O trabalho pode ser feito à mão ou com máquina, usando agulhas de diversos tamanhos.

Esta forma de artesanato foi defendida com unhas e dentes por um movimento artístico da Inglaterra do século XIX, chamado “Arts and Crafts”. Tal movimento era uma alternativa na contramão da Revolução Industrial e a consequente mecanização e produção em massa de peças, que afastavam o consumidor do artesão, tirando as características individuais e únicas dos tecidos produzidos por eles.

Após a mecanização dos bordados e a possibilidade de reprodução, alguns tipos caíram em desuso. Assim, abriram espaço novamente aos bordados manuais, principalmente os feitos em branco e em tecido de alta qualidade, que se tornou símbolo de alto nível social. Daí valorizou-se o que conhecemos hoje como o bordado inglês: tecidos (na maior parte, algodão) com alinhamentos finos formando desenhos, utilizados comumente para decorar peças de cama, mesa e banho, além de trajes infantis.

Mas não se engane: o bordado dito inglês surgiu na Ilha da Madeira, em Portugal, e apenas ganhou popularidade na Inglaterra. Esta técnica permaneceu popular até a década de 1950, quando o uso de peças bordadas em branco sobre branco eram bastante utilizadas em enxovais de casamento e de bebês. Nesta época também surgiu a técnica de passa-fio, utilizando fitas de cetim para decorar tecidos que já tinham sido bordados.

O que é o bordado inglês

O bordado inglês é uma mistura das técnicas conhecidas como “de recorte” e “cheio”. O bordado de recorte é aquele em que você recorta o tecido e a borda para evitar que desfie. Já o bordado cheio (também chamado de ponto real) é o que utiliza um ponto horizontal para envolver o tecido em ambos os lados, criando um relevo. O bordado inglês envolve as bordas recortadas de um desenho, formando um pequeno relevo e dando um tom delicado à peça.

Uma dica da Oeste é o bordado inglês com passa fita. Fica uma graça em toalhas, fronhas e muito mais! Você encontra o bordado inglês, fitas, agulhas e tudo mais que precisar na nossa loja. Venha pintar e bordar com nossos artigos de armarinho!

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25 de maio Dia da Costureira

Mãos que alinhavam, que costuram, que marcam peças. Mãos que delicadamente dão vida as peças de roupas incríveis, que transbordam cuidado, que trabalham por amor. Mãos de costureiras que tiram do papel as ideias mais inusitadas e as transforma em realidade, que criam moda e nos influenciam. Mãos que nos vestem!

No dia 25 de maio é celebrado o dia costureira, do bordado, do trico, da criação. Profissão que tanto amamos e invejamos por não possuir este dom único. Profissão considerada para mulheres, e que há mais de 30 mil anos tinha início com as agulhas feitas de ossos e marfim. Hoje a tecnologia ajuda, mas não consegue superar os detalhes perfeitos desenvolvidos por quem entende do assunto.

A costura cresceu e modificou-se, grandes nomes surgiram e marcaram a história da indústria e do mundo. No Brasil nossos exemplos de destaque eram as modistas francesas como Clémence Saisset e Mademoiselle Joséphine, que trabalhavam para as grandes famílias imperiais, desenvolvendo os lindos vestidos, hoje relembrados pelas pinturas originais da época. Os ateliês dessas grandes costureiras estava localizado na Rua do Ouvidor, ao lado de Madame Hortense Lacarrière e Madame Catharine Dazon, que também ocupavam o posto de grandes nomes da alta costura.

Na época a moda no Brasil era baseado no que estava em alta na capital francesa, Paris. Para arrecadar mais clientelas as costureiras mudavam seus nomes para algo mais sofisticado e que chamasse a atenção, caso de Madame Boriska, Madame Rosita e Madame Georgina. A oportunidade de fazer seu nome ser destacado na praça era baseada no que estava sendo investido nos grandes moldes que Paris estabelecia, para isso adaptavam detalhes e tecidos para o nosso clima e para cada estilo de mulher que visitavam seus atelieres.

A história da alta costura está relacionada com os franceses, principalmente por Charles Frederic Worth, que em 1858, criou o primeiro atelier de alta costura, que se tornou muito procurada pelas mulheres da alta sociedade. Foi quando os vestidos exclusivos começaram a ser criados, e a ideia copiada por todo o mundo, incluindo o Brasil. Mas com o desenvolvimento mundial esses lugares começaram a produzir cada vez mais peças a empregar regras que deveriam ser seguidas por todos, como por exemplo, a criação de duas coleções de roupas por ano (inverno/verão), que possuíssem aproximadamente 35 peças cada uma e que variassem entre dia e noite.

A costura era vista como uma profissão apenas para mulheres, quando os homens recebiam o nome de alfaiates. a prática foi desde sempre uma renda extra para as mulheres que possuíam outros empregos mas precisavam de uma renda a mais, já que recebiam um salário inferior aos dos homens, mesmo exercendo a mesma função.

A invenção da máquina de costura, por volta do século XIX, trouxe a praticidade para essas mulheres. Agora os trabalhos podiam ser realizados com mais rapidez, aumentando o número de peças que estavam sendo produzidas e consequentemente o salário ao final do mês. Hoje os modelos de máquina são inúmeros e podem ser facilmente encontrados no mercado.

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Montando o kit de costura perfeito

O interesse pela costura é cada vez maior, tanto para quem quer apenas modificar uma peça no guarda-roupas como para quem quer desenvolver um modelo que tem em mente, além disso, o DIY (Do It Yourself) está em alta. Antigamente esse era um costume passado de mãe para filha, em algum momento podemos ter pensado que essa tradição havia acabado, mas o engajamento com a arte da costura está cada vez maior.

As dúvidas são muito comuns para quem está começando a se aventurar nesse ramo, por isso para você começar com pé direito desenvolvemos uma lista de materiais necessários para você montar um kit perfeito. Confira:

1- Tesouras: É muito importante que as tesouras sejam definidas para suas funções específicas, afinal é por ela que você irá começar o seu trabalho, por isso tenha sempre uma tesoura para cortar tecidos e uma para papel, nunca utilize aquela tesoura multiuso da casa, ela pode acabar danificando o tecido ou o molde. Procure mantê-las apenas para esse uso, para isso guarde-as onde ninguém irá encontrar.

2- Abridor de casas: A solução para muitos problemas está aqui, o abridor de casas de botões, que pode ser utilizado para outras funções como desmanchar as costuras que estão difíceis de desfazer. Os modelos variam entre os com cabos grandes e pequenos, mas isso com o tempo você irá perceber qual é o melhor para a sua mão. Tenha sempre um de reserva em seu kit, assim quando um sumir você não irá passar trabalho.

3- Agulha: Item essencial! As agulhas são importantes para compor o seu kit, não apenas por serem o principal material, mas é preciso escolher o tipo de agulha certa para cada trabalho que você irá realizar. No seu kit é preciso conter as agulhas de máquina e de mão, pois as duas possuem características diferentes, parece óbvio mas nem todo mundo sabe. As agulhas devem escolhidas de acordo com o tecido que você irá usar.

4- Alfinetes: Pode esbanjar, alfinete nunca é demais. No mercado você irá encontrar dois tipo, os normais e os com bolinhas na cabeça. Com o tempo você saber qual é o melhor para o desenvolvimento do seu trabalho. Os bolinhas na cabeça com certeza são muito fáceis de encontrar depois.

5- Fita métrica: Essencial para qualquer trabalho, o mercado possui uma variedade de fitas a venda, por isso é bom ficar atento na hora de comprar, e não escolher o modelo com marcações que não sejam a que você está acostumada. Um dica é evitar as que possuem um dos lados em polegadas, assim você não irá se confundir na hora de realizar as marcações. Prefira aquelas que são parecidas com réguas, que a mãe usava pendurada no pescoço, com a pontinha de ferro.

6- Giz de alfaiate: Essencial para realizar as marcações de montagem, os giz de alfaiate possuem inúmeros modelos, nesse caso cabe a você escolher o melhor. Em nosso site é possível encontrar modelos de grande qualidade. Confira.

7- Linha: Pode ter certeza que esse é um dos itens que você mais irá comprar, e enloquecer com a quantidade de cores que o mercado te oferece. As cores básicas são: branca, preta, creme, marinho, marrom. Mas esse é um item que você deve escolher com cuidado, visando sempre a qualidade. Para cada tipo de tecido você irá encontrar um fio específico, confira nossos produtos.

8- Bobina: Cada máquina irá usar um tipo de bobina, no mundo da costura tudo é muito específico, apesar de adaptações serem feitas ao longo do caminho. As máquinas flex ainda não entraram no mercado, mas futuramente esperamos essa melhora no equipamento.

9- Régua: Apesar do kit já possuir uma fita métrica é sempre bom possuir uma régua de 60 cm por perto. Escolha as réguas de acrílico que possibilitam melhor visibilidade.

Para saber mais confira o vídeo da nossa parceira Alfinetadas da moda:

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História da costura

Tecido, agulha, linhas, detalhes, acabamentos e muito amor, a arte da costura conquista o mundo todos os dias com suas invenções e delicadeza. A profissão de costureira ou alfaiate existe há milhões de anos, os relatos de que as agulhas eram feitas de ossos e marfim é a nossa prova de que o ser humano já necessitava desta técnica.

No início tudo era muito simples, mas com o surgimento da tecelagem os produtos começaram a ser mais desenvolvidos. Tudo dependia de acordo com a época e o nível de tecnologia disponível. Foi na idade média que joias e pedras passaram a ser usadas para a produção de vestimentas. Então cada época recebeu seu estilo conforme acontecimentos que designavam um estilo, assim surge a moda.

O mercado consumidor foi crescendo e a tradição da costura passada de pai para filho teve grande influência. Foi na Revolução Industrial que o ofício ganhou outros olhos e passou a produzir peças em série, o mundo estava adaptando-se ao modelo rápido de vida.

A primeira máquina de costura surge em 1790, por Thomas Saint, ela foi desenvolvida para trabalhos em couro. No ano de 1830 Barthélemy Thimonnier, um alfaiate francês, patenteou um modelo melhor para realizar costuras. Mas a invenção foi a faísca para os artesãos que em 1841, atacaram e destruíram oficinas e máquinas de costura, com medo que seu trabalho fosse desvalorizado e perdessem seus empregos. Mas mesmo com esse avanço na tecnologia, as roupas feitas sob medida continuaram a ser produzidas.

Foi quando a alta costura passou a ser super valorizada, gerando uma nova cultura e desenvolvendo o setor econômico. A costura está impregnada na história da civilização humana, não faz muito tempo, os enxovais eram produzidos a mão em casa ou encomendados.

Mas a costura era vista por maus olhos por alguns, que acreditavam que essa seria uma profissão apenas para mulheres, e desde sempre essa foi a renda extra das mulheres, por possuírem um salário menor do que os dos homens, mesmo realizando o mesmo tipo de função.

Com a invenção da máquina de costura doméstica, por volta do século XIX, a praticidade tomou conta da profissão, podendo agora realizar os trabalhos com maior rapidez. Hoje existem muitos modelos de máquinas que podem ser encontradas no mercado de trabalho, desde as portáteis, as grandes industriais. Existem marcas famosas como Elgin e Singer que ainda estão com produtos disponíveis e desenvolvidos.

A alta costura está relacionada ao francês Charles Frederic Worth, no ano de 1858, em Paris. Ele criou a primeira maison, de alta costura, que passou a ser procurada pela alta sociedade, para que modelos exclusivos fossem criados. Com o passar dos anos os ateliês passaram a criar regras, como por exemplo, a produção de duas coleções por ano, com aproximadamente 35 peças, variando para serem usadas entre o dia e a noite.

Para toda costura que você realizar é preciso usar bons produtos, por isso confira o site da Oeste Aviamentos e realize as suas produção com a maior qualidade.

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Faça um vestido em apenas 12 minutos

Hoje em dia estamos com o tempo cada vez mais apertado, entre trabalho, estudos e vida pessoal precisamos encontrar tempo para manter o visual em dia. Por isso nossa parceira Alfinetadas da Moda tem uma dica especial para você.

Neste vídeo ela vai te ensinar a fazer um vestido em apenas doze minutos, e se estiver precisando de algum material é só dar uma passadinha em nosso site e fazer o seu pedido.